terça-feira, 31 de maio de 2011

Alonso não desiste do título da F-1 em 2011: 'Não estamos jogando a toalha'


GP da Inglaterra, em 10 de julho. Esta é a corrida limite para a Ferrari ter ou não chances de brigar pelo título mundial deste ano, na opinião de Fernando Alonso. O espanhol está 74 pontos atrás de Sebastian Vettel no campeonato após o GP de Mônaco, quando o alemão da RBR chegou à quinta vitória no ano. O espanhol chegou a dizer que suas chances de título eram pequenas após a prova, mas reconsiderou sua declaração. Para ele, foi a decepção que o fez afirmar isto.
- Imediatamente após a corrida, disse que a luta pelo título estava ficando cada vez mais difícil, para não dizer impossível. É claro que, se Vettel vencer uma corrida em que achávamos ter chance, você fica decepcionado, mas não significa que não continuaremos a trabalhar duro nos autódromos e também na fábrica para desenvolver o carro. A vantagem está crescendo: podemos fazer as contas, mas eu e a equipe não estamos jogando a toalha - diz Alonso.
GP da Inglaterra, em 10 de julho. Esta é a corrida limite para a Ferrari ter ou não chances de brigar pelo título mundial deste ano, na opinião de Fernando Alonso. O espanhol está 74 pontos atrás de Sebastian Vettel no campeonato após o GP de Mônaco, quando o alemão da RBR chegou à quinta vitória no ano. O espanhol chegou a dizer que suas chances de título eram pequenas após a prova, mas reconsiderou sua declaração. Para ele, foi a decepção que o fez afirmar isto.
- Imediatamente após a corrida, disse que a luta pelo título estava ficando cada vez mais difícil, para não dizer impossível. É claro que, se Vettel vencer uma corrida em que achávamos ter chance, você fica decepcionado, mas não significa que não continuaremos a trabalhar duro nos autódromos e também na fábrica para desenvolver o carro. A vantagem está crescendo: podemos fazer as contas, mas eu e a equipe não estamos jogando a toalha - diz Alonso.
Alonso fica em segundo em Mônaco (Foto: AP)
Alonso fica em segundo em Mônaco (Foto: AP)
Fonte:


De volta ao Brasil aos 41, Fofão tem fome de bola e nem pensa em parar


Fofão está de volta ao Brasil. Ainda sem clube definido para a disputa da próxima Superliga, a única certeza que a levantadora tem é que a aposentadoria é uma realidade distante. Aos 41 anos, a campeã olímpica em 2008 acredita que ainda tem muito a contribuir com o vôlei do país.
- A cada ano que passa estou me sentindo melhor e, ao invés de pensar em parar, fico com mais vontade de jogar. Enquanto estiver me sentindo bem, vou continuar. Acho que tenho muita coisa para fazer ainda. Não falo com certeza por quanto tempo ainda jogo porque nem eu mesma sei dizer. Mas quando parar, vou parar mesmo e acabou. Na seleção todos achavam que eu voltaria, e até agora não voltei porque decidi mesmo que seria assim. Quando eu tomar uma decisão, vai ser a definitiva. Não quero ficar pensando e depois me arrepender.
A paulista, que na última semana participou pela primeira vez de um congresso da FIVB (Federação Internacional de Voleibol) na República Dominicana como demonstradora, conversou com o GLOBOESPORTE.COM sobre a falta de renovação em seu setor na seleção brasileira que, desde sua saída, ainda não tem uma titular absoluta. A jogadora também fez um balanço do ano que passou na Turquia sob o comando do técnico José Roberto Guimarães e disse que nunca pensou em ser treinadora. Confira a entrevista completa.
GLOBOESPORTE.COM: Como você avalia a temporada pelo Fenerbahçe? O que teve de melhor e pior nessa experiência?
A experiência foi boa. Foi minha primeira vez no voleibol de lá. Fiquei encatada com tudo, com a estrutura, em trabalhar com as jogadoras estrangeiras... Todos foram muito atenciosos comigo e ganhei muitas coisas boas. Ser reserva agora no final foi a parte mais complicada. Enquanto estávamos na Champions League eu jogava o tempo todo, mas a partir do momento em que jogamos só a liga turca o time teve muitos problemas de contusão das jogadoras turcas. Isso dificultou mais ainda para que tivesse o revezamento. A necessidade de atacantes foi maior do que uma levantadora. O Zé deu preferência para repor o ataque com as estrangeiras, e o time também contava com levantadora da seleção turca. Isso dificultou.
E como foi a sua relação com o Zé Roberto após tanto tempo sem trabalharem juntos em um clube?
A nossa relação foi tranquila. Estou em um estágio mais amadurecido e não levei tanta bronca, tanto puxão de orelha. Eu sabia o que tinha que fazer, e foi tranquilo. Convivência bastante foi bastante calma, estávamos há muito tempo sem trabalhar em clube.
A condição de reserva no final da temporada foi determinante para a sua decisão de retornar ao Brasil?
Eu gostei muito de lá (da Turquia) e me aposentaria lá com a maior tranquilidade. É um lugar bom de viver. Mas esse ano ia reduzir mais ainda a cota de estrangeiras, com só duas em quadra, e ia ficar mais difícil. Sempre tive vontade de voltar a jogar no Brasil. Nunca tive nem vontade de sair, mas às vezes ficamos sem opção e acabamos tendo que fazer. O melhor lugar é a casa da gente.
Você já está com 41 anos. Já marcou data para se aposentar ou acha que ainda tem estrada pela frente?
Vou deixando acontecer, não tenho previsão. Um atleta não tem como pensar nisso. A cada ano que passa estou me sentindo melhor e, ao invés de pensar em parar, fico com mais vontade de jogar. Enquanto estiver me sentindo bem, vou continuar.
Seu nome tem sido especulado em diversas equipes da Superliga. Já tem alguma negociação encaminhada de fato?
Ainda vou sentar e conversar, mas ainda não tem nada certo. Agora é esperar e ver o que pode aparecer.
Você considera que o alto salário possa ser um entrave para disputar a Superliga? 
Não me considero uma jogadora cara. Sou uma jogadora de sete pontos (de acordo com o ranking da CBV). Essas jogadoras tem um teto, uma média de salário, e estou no mesmo nível de qualquer jogadora de sete pontos. Se for olhar, todas têm o mesmo salário. Falam muita coisa que não é verdade e essa interferência, essas opiniões atrapalham minha conversa com alguns clubes. Nunca pedi nada que fosse absurdo em relação à realidade do Brasil. Jamais pediria algo absurdo.
Desde que você se aposentou da seleção brasileira, nenhuma levantadora se firmou. Acha que o setor sofre com uma carência na base? Falta oportunidade?
A oportunidade de se firmar elas estão tendo agora. Isso nunca aconteceu antes devido à falta de renovação, devido à seleção ter ficado tanto tempo com a mesma levantadora. Isso dificultou para que agora as atuais tivessem mais experiência, tivessem rodado mais. Tem que ter calma e paciência. A seleção tem jogadoras com muita experiência, e as levantadoras talvez não estejam no mesmo ritmo. Mas, jogando junto, disputando competições internacionais, vão ganhar experiência e a titular vai aparecer.
A Fernanda Venturini abandonou a aposentadoria e vai ser mais uma veterana na Superliga. Recebeu com surpresa essa notícia da volta dela às quadras?
Normal. Cada um tem sua opção. Se ela está com vontade tem que respeitar e torcer para que dê tudo certo.
Você não marca a sua aposentadoria justamente para evitar recuar da decisão?
Vôlei é algo de que eu gosto muito. Para deixar seleção foram quatro anos me preparando. Para deixar de jogar totalmente tenho que sentir muito que não dá. Acho que tenho muita coisa para fazer ainda. Não falo com certeza por quanto tempo ainda jogo porque nem eu mesma sei dizer. Mas quando parar, vou parar mesmo e acabou. Na seleção todos achavam que eu voltaria, e até agora não voltei porque decidi mesmo que seria assim. Quando eu tomar uma decisão, vai ser a definitiva. Não quero ficar pensando e depois me arrepender.
Na última semana você participou de um congresso na República Dominicana como demonstradora. Já tinha tido uma vivência assim?
Recebi o convite da Federação Internacional (FIVB) e da confederação do país. Foi muito bacana. Fui como demonstradora e também falei um pouco da minha experiência. Foi uma troca muito boa e pude mostrar para pessoas de vários países porque já fui considerada a melhor levantadora do mundo. Para eles também foi uma alegria, viram que minha carreira era longa e vitoriosa.
Também tirou alguma lição dessa experiência?
Sempre aproveito em tudo que faço para aprender também. Ficaram na pressão falando para eu ser treinadora, mas nunca pensei nisso. Viram que eu tinha muita coisa para ensinar, para passar, muita vivência. Acho que aprendi muita coisa nesses dias, foram muito positivos.
Fofão Congresso vôlei FIVB (Foto: Divulgação / FIVB)
Fofão foi demonstradora em um congresso da FIVB na última semana (Foto: Arquivo pessoal)
Fofão vôlei Fenerbahçe contrato (Foto: Divulgação )
Fofão no dia da assinatura de contrato com o time de vôlei do turco Fenerbahçe (Foto: Divulgação )
Zé Roberto, Fofão e Alex festa Ano Novo (Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)
Ao lado do marido, Fofão posa com o técnico que lhe deu o apelido pelo qual ficou mundialmente conhecida em festa de revéillon na Turquia (Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal)
Fofão são caetano vôlei (Foto: Divulgação)
São Caetano foi a última equipe de Fofão na Superliga feminina  (Foto: Divulgação)
Fofão vôlei seleção (Foto: EFE)
Fofão é carregada pelas companheiras após o ouro em Pequim: despedida em grande estilo (Foto: EFE)
Fonte:





Quem dança?


Ontem mesmo um leitor questionava no Twitter a opção da TV de mostrar uma partida de Maria Sharapova contra Agnieszka Radwanska em vez em exibir Andy Murray duelando com Viktor Troicki. Embora eu não saiba quais os motivos do canal, admito que preferia ver a russa. O debate é interessante, e os motivos que fazem os fãs preferir um jogo a outro passam pela qualidade do tênis jogado, mas também envolvem o drama e a possibilidade de zebra em cada partida. Afinal há como negar que Fognini x Montañés, uma das piores partidas tecnicamente, foi um dos jogos mais interessantes em Roland Garros?
E assim chegamos a outro duelo cheio de drama – este na chave feminina. Andrea Petkovic, a alemã que gosta de dançar quando vence um jogo, contra Maria Sharapova, a russa que não gosta de ver um adversário dançando quando ela perde. Aconteceu no Australian Open, e a ex-número 1 do mundo ficou irritada a ponto de fazer comentários irônicos quando deu o troco, em Miami. E quem achou que Petkovic – ou Petkorazzi, para os íntimos – aposentaria suas danças se surpreendeu ao vê-la fazendo o Moonwalk, aquele mesmo do Michael Jackson, nas quadras de saibro de Paris. Veja só no vídeo abaixo, em que a alemã conversa com a ex-tenista austríaca Barbara Schett para um programa do Eurosport (em inglês).
Mesmo que a qualidade não venha a ser das maiores – e isso não é raro de acontecer quando duas tenistas com poucas variações e que não se defendem tão bem tentam se impor com pancadas do fundo de quadra -, alguém duvida de uma boa dose de drama nesse jogo? E aí, palpiteiros, quem dança no fim do jogo?

Fonte:

Flamengo pode receber delegação americana nas Olimpíadas de 2016


O Flamengo pode ser anfitrião da delegação americana nas Olimpíadas de 2016. O Comitê Olímpico Americano apresentou uma carta de intenções à diretoria rubro-negra para que os atletas do país utilizem a estrutura da Gávea para treinamentos antes e durante a realização dos Jogos do Rio de Janeiro. Em contrapartida, os estrangeiros ofereceram investimentos nas instalações, como melhorias nas quadras e equipamentos de musculação.
A negociação está sendo intermediada pela empresa Efect Sports. Em entrevista ao jornal “Lance!”, o diretor executivo Pedro Rego Monteiro, ex-nadador do clube, disse que a presidente Patrícia Amorim foi receptiva à idéia de receber os americanos.
- Tenho uma ligação com o clube, mas a sede da Gávea tem uma boa localização e uma boa estrutura. Isso foi bem visto pelos dirigentes americanos. Tivemos uma reunião com a Patrícia e ela se mostrou interessada.
Até o momento, o Comitê Olímpico Americano foi o único a se reunir com a cúpula do Flamengo. Mas o clube ainda aguarda propostas de representantes de China e França, que já entraram em contato para sondar o uso da estrutura.
Fonte:

Para Léo Gago, marcação forte sobre Felipe é ‘bom começo’ para o Coxa


O volante do Coritiba, Léo Gago, destacou a importância de uma marcação forte sobre o meia Felipe, do Vasco, na partida de quarta-feira, pela final da Copa do Brasil. O jogador alviverde disse que, se o Coxa fizer isso, “já é um bom começo”.
- Acho que o ponto forte do Vasco está no Felipe. É o armador, é o que pensa o meio de campo e deixa os caras na cara do gol. A gente anulando ali, e não deixando a bola chegar no ataque, já é um bom começo.
Ex-Vasco, Léo Gago traça tática para o Coxa: 'Anular Felipe já é bom começo' (Site Oficial do Coritiba)Léo Gago defendeu o Gigante da Colina em 2010, quando atuou ao lado, entre outros, de Fernando Prass, Fagner, Allan, Fellipe Bastos, Felipe e Eder Luis. Conhecedor profundo do grupo vascaíno, o volante do Coritiba destacou outros dois pontos fortes da equipe comandada por Ricardo Gomes:
- O Diego Souza vem em uma crescente. A bola parada do Vasco também é muito forte, com o Dedé e o Anderson Martins, que sobem muito bem de cabeça - explicou Léo Gago, que espera um jogo com poucos gols na quarta-feira. - Nossa equipe tinha média de 2 ou 3 gols por partida, e nos últimos quatro a média é de somente um por partida. Se for de meio a zero e a gente for campeão, para mim está bom.
A partida do Coritiba contra o Vasco, pela final da Copa do Brasil, está marcado para 21h50m (de Brasília) de quarta-feira, no Estádio São Januário.
Fonte:


Já sem muletas, Luis Fabiano iniciará segunda etapa da recuperação


Ainda não há data para retorno aos gramados, mas a recuperação do atacante Luis Fabiano, operado no último dia 20 para raspar um tendão localizado na parte de trás do joelho direito, vai muito bem. Inicialmente, a previsão dos médicos era de que ele ficaria por duas semanas andando com o auxílio de muletas, o que foi encerrado na metade do prazo. Na próxima segunda-feira, ele começará uma nova etapa no processo de fisioterapia, que é forçar o músculo onde foi registrado o problema.
- O Luis está muito bem, não sente dores, andando normal, sem imobilizador no local ou auxílio de muletas. Se não houver nenhum imprevisto até a próxima semana, vamos começar a mexer na parte afetada da lesão, que é toda a parte posterior da coxa. Será mais uma etapa na recuperação. Acredito que não há nenhum motivo para ele sentir algo, afinal o seu problema foi retirado – afirmou o médico José Sanchez, que conversou com os jornalistas.
Segundo Sanchez, uma previsão mais exata sobre o retorno do camisa 9 só poderá ser dada após o término da próxima semana (dia 10 de junho).
- Vamos esgotar toda a parte clínica nesse período. Não há porque acelerar nesse período. Após as três semanas é que poderemos ter uma noção mais exata. Se ele não estiver sentindo nada, aí é que poderemos antecipar algo. De repente, um trabalho que seria feito em uma semana pode ser realizado em quatro dias. Mas tudo será feito com todo o cuidado possível – lembrou.
Luis Fabiano Reffis (Foto: Site oficial do São Paulo)
Atacante ainda não tem data para retornar aos gramados (Foto: Site oficial do São Paulo)
Fonte:

Contratado pelo Botafogo, Renato chora em despedida do Sevilla

Novo reforço do Botafogo para a próxima temporada, o meia brasileiro Renato se despediu oficialmente do Sevilla nesta terça-feira. Após sete temporadas no clube, o jogador afirmou que não será um "adeus", mas um "até logo".

- Jogar na Europa foi um sonho realizado. Agora, saio de um clube grande da Europa. Até no Brasil, meu coração sempre estará com o Sevilla - disse, visivelmente emocionado.



Reforço do Botafogo, Renato não se segura na despedida do Sevilla  (EFE)
O meia afirmou que não sabe se voltará ao clube quando terminara a carreira nos gramados. O presidente do Sevilla, José María del Nido, no entanto, lembrou que, antes da chegaa do brasileiro, o clube estava há 58 anos sem ganhar títulos.

O dirignte presentou o atleta com a braçadeira de capitão. Segundo ele, o "maior símbolo que um jogador do Sevilla pode levar do clube".

- Para saber que será o eterno capitão do Sevilla. Não há jogador melhor em qualidade humana que Renato neste elenco. É um exemplo para os jovens da casa - concluiu o dirigente.



renato sevilla despedida (Foto: Agência EFE)
Renato agora é do Botafogo, mas já tem saudades (Foto: Agência EFE)



renato sevilla despedida (Foto: Agência EFE)
Meia se emociona com carinho do clube espanhol (Foto: Agência EFE)



Fonte:
globoesporte.com


Sem ‘carrasco’, Holanda desembarca no Rio para amistoso com Brasil

Os funcionários do aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, esperavam ver Wesley Sneijder, carrasco da Seleção Brasileira na última Copa do Mundo. Mas foi sem um de seus craques que a Holanda desembarcou nesta terça-feira, na semana que antecede os amistosos contra o próprio Brasil, sábado, às 16h10m (de Brasília), no Serra Dourada, em Goiânia, e o Uruguai, quarta-feira, em Montevidéu.


A notícia de que o meia do Inter de Milão havia pedido dispensa na véspera da viagem ao alegar dores depois da final da Copa da Itália ainda não era de conhecimento de todos. Sneijder é a oitava baixa da Laranja, que também não contará com outros jogadores importantes, como o volante Mark van Bommel (Milan) o goleiro Maarten Stekelenburg (Ajax) e o meia Rafael van der Vaart (Tottenham). Nomes como os dos atacantes Arjen Robben (Bayern de Munique), Robin van Persie (Arsenal), Dirk Kuyt (Liverpool) e do volante Nigel de Jong (Manchester City), no entanto, estão confirmados.


Após rápido desembarque, atletas e comissão técnica se dirigiram para um hotel na Zona Sul da cidade, onde irão descansar até a parte da tarde. A Holanda fará treinos físicos ainda nesta terça e nos próximos dois dias (quarta e quinta pela manhã) na Gávea, sede do Flamengo, antes de embarcar na sexta-feira para Goiânia, local do amistoso contra o time de Mano Menezes. Somente a última atividade estará fechada para o público.


A opção dos holandeses pelo Rio de Janeiro contraria a Seleção Brasileira, que se apresentará nesta quarta-feira já em Goiânia para o período de treinos. A decisão de ficar na Cidade Maravilhosa envolve não só a melhor estrutura de trabalho e de rede hoteleira que irá abrigar a final da Copa do Mundo de 2014, como também a beleza turística, novidade para a imensa maioria do grupo.


O retorno ao Rio está previsto para sábado após a partida. O domingo será de descanso e recuperação física. Na segunda-feira pela manhã será realizado novo treinamento na Gávea. Na quarta-feira, a Holanda pega o Uruguai em Montevidéu.

Confira a lista dos 22 nomes da Holanda para os amistosos:


Goleiros: Jasper Cillessen (NEC Nijmegen) e Tim Krul (Newcastle-ING)

Defensores: Khalid Boulahrouz (Stuttgart-ALE), Edson Braafheid (Hoffenheim-ALE), Jeffrey Bruma (Leicester City-ING), John Heitinga (Everton-ING), Joris Mathijsen (Hamburgo-ALE), Erik Pieters (PSV Eindhoven) e Gregory van der Wiel (Ajax)

Meio-campistas: Ibrahim Afellay (Barcelona-ESP), Nigel de Jong (Manchester City-ING), Hedwiges Maduro (Valencia-ESP), Stijn Schaars (AZ Alkmaar), Kevin Strootman (Utrecht), Demy de Zeeuw (Ajax) e Georginio Wijnaldum (Feyenoord)

Atacantes: Eljero Elia (Hamburgo-ALE), Luuk de Jong (Twente), Dirk Kuyt (Liverpool-ING), Van Persie (Arsenal-ING), Arjen Robben (Bayern de Munique-ALE) e Klas-Jan Huntelaar (Schalke 04-ALE)



jogadores holanda desembarque (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)
Holandeses chegam para duelo com o Brasil e vão treinar na Gávea (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)



huntelaar holanda desembarque (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)
Huntelaar chega ao Rio com o restante do elenco (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)



De Jong holanda desembarque (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)
De Jong chega com o grupo. Sneijder está fora (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)



Dirk Kuyt holanda desembarque (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)
Dirk Kuyt é um dos destaques da Holanda: atacante joga no Liverpool da Inglaterra (Foto: Victor Canedo / Globoesporte.com)



Fonte:
globoesporte.com

EM QUAL PAÍS VOCÊ MORA?

Você costuma apostar o seu dinheiro em loterias?

Você se considera uma pessoa sem preconceitos contra gays?