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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Carpegiani: ‘Temos de tentar reconquistar o nosso torcedor’


Paulo César Carpegiani falou pouco sobre a vitória do São Paulo sobre o Fluminense, neste domingo, na rodada de abertura do Campeonato Brasileiro. Boa parte da entrevista coletiva do técnico foi dedicada ao relacionamento com o meia Rivaldo. O placar de 2 a 0 alivia o clima no São Paulo, que viveu dias difíceis depois da eliminação nas semifinais do Paulista e, principalmente, do fim da linha na Copa do Brasil. O treinador acredita que o grupo conseguiu dar uma resposta ao torcedor.
- Era uma obrigação nossa. Fizemos uma grande campanha no Paulista, fomos a melhor equipe (na fase de classificação), tivemos duas vitórias a mais que o campeão (Santos). No momento decisivo, jogamos sem quatro jogadores contra eles completos (na semifinal). Contra o Avaí, foram 20, 25 minutos muito bons. E depois nos perdemos. Esse tipo de coisa acontece - disse Carpegiani, ainda remoendo os tropeços recentes.
- Colocamos um time mais competitivo contra o Fluminense, vencemos e agora temos de pensar no próximo jogo (domingo, contra o Figueirense). Precisamos tentar reconquistar a torcida - emendou o treinador.
Carpegiani destacou a supremacia do São Paulo contra os cariocas. Segundo ele, os jogadores de meio-campo conseguiram anular as virtudes do adversário.
- Escalamos volantes que jogam. O Wellington foi espetacular, o Casemiro é um belo volante, e o Carlinhos (Paraíba) sabe muito bem sair para o jogo e chegar na frente. Uma vitória é sempre muito importante. Ainda mais sobre o atual campeão brasileiro. Sabíamos que seria necessário chegar aqui e vencer. A equipe teve posse de bola, o meio-campo jogou muito bem. Não adianta falar de um setor apenas, o time todo foi bem e mereceu.
No próximo sábado, às 21h, o Tricolor enfrenta o Figueirense, no Morumbi, na segunda rodada. Carpegiani espera contar com o retorno de seu trio de zagueiros - Alex Silva, Miranda e Rhodolfo, machucados, desfalcaram o time na partida contra o Flu.
Carpegiani e Rivaldo, do São Paulo (Foto: Alexandre Loureiro / VIPCOMM)
Relação entre Carpegiani e Rivaldo ainda dá o que falar (Foto: Alexandre Loureiro / VIPCOMM)
Fonte:


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Longe de bebidas e da badalação do Rio, FH curte volta por cima


Revelado nas categorias de base do Fluminense, Fernando Henrique despontou como um goleiro promissor. Se profissionalizou e por 264 jogos vestiu a camisa 1 tricolor. Durante os dez anos em que ficou nas Laranjeiras, FH conquistou títulos importantes, e, com a mesma facilidade que cultivou admiradores, viu crescer o número de críticas e polêmicas. A postura por muitas vezes foi questionada e classificada como não-compatível com a responsabilidade de seu posto.
A trajetória no Flu acabou no início de 2011, quando aceitou o desafio de defender o Ceará, clube de um centro não tão desenvolvido como o Rio de Janeiro. Talvez nem o próprio jogador esperasse que a aposta tivesse sido tão bem sucedida e em tão pouco tempo. Com boas atuações e defesas salvadoras, ele se tornou ídolo e eleito melhor da sua posição no Campeonato Cearense, vencido pelo Vovô com sobras.
Fernando Henrique vibra com a boa fase longe das bebidas no Ceará (Fred Huber)Aos 27 anos, Fernando Henrique disse que sente mais maduro após a saída do Rio. Ele garante que está longe das bebidas e da badalação noturna, o que, segundo o goleiro, é decisivo para ele se dedicar apenas em sua profissão.
- Eu amadureci muito. Meu pensamento é apenas treinar e me dedicar ao futebol. Sempre que me dediquei, fui bem. Foi assim em 2007, 2008... quando estava no Fluminense. Depois, quebrei o dedo e isto me complicou um pouco. Meu pensamento agora é só jogar, não tem mais aquela saidinha de fim de semana. Claro que eu tenho uma vida, mas parei de beber. Graças a Deus. Isto me motiva mais.
Apesar de ter vivido bons momentos no Fluminense, como na Libertadores de 2008, FH acredita que agora vive a melhor fase de sua carreira. Ele afirmou que, ao contrário da época que estava no Rio, está preparado para não se iludir com os elogios.
- Acho que estou bem melhor agora, na melhor fase da minha carreira. Estou mais experiente e tranquilo. Em 2008, na Libertadores, atravessei uma boa fase mas depois dei uma empolgada. Agora tenho os pés no chão. Nos últimos quatro meses, estou em uma sequência muito boa. O Campeonato Cearense não é muito divulgado nos outros lugares, mas fui muito bem na competição.
Confira a entrevista completa com o camisa 1:
GLOBOESPORTE.COM: Quando você saiu do Fluminense e acertou com o Ceará podia imaginar que ia se adaptar tão bem e ter sucesso tão rápido?
FERNANDO HENRIQUE: Acredito em duas coisas: em Deus e no trabalho. Sei do meu potencial e, me dedicando, sei que posso render muito. Apostei nisto. Aqui no Ceará, sabia que poderia jogar e mostrar o meu valor.
Como foi a sua adaptação fora do campo? Se mudou para Fortaleza sozinho?
Eu saí do Rio sozinho. Mas, antes mesmo de acertar com o Ceará, passei o Ano Novo em Fortaleza e conheci a Lizianne. Começamos a namorar. Ela me ajudou bastante. Muito do meu sucesso se deve a ajuda dela e de sua família.
Em algum momento teve algum temor de que estivesse fazendo uma opção errada ao decidir jogar no futebol cearense?
Eu nunca tinha saído do Rio para jogar em outro lugar. Fiquei um pouco de medo por isso, mas vim tentar a sorte. Fui muito bem recebido por todos, como o Geraldo, o Iarley e o Washington, que já era meu amigo antes.
Você ajudou a colocar o time na semifinal da Copa do Brasil e, consequentemente, deu ao clube repercussão nacional. Como analisa este momento do Vovô?
Estamos colocando o Ceará no lugar que ele tem que ficar. Alguns clubes no Sul e no Sudeste não têm a estrutura e o elenco que nós temos. Vamos tentar jogar sempre bem, não só pela gente, mas para colocar o clube sempre em cima. A nossa diretoria é do bem. Nos prometem só o que podem dar. Eles têm palavra, e isto é ótimo. A preocupação dos jogadores é só com o trabalho de campo, isso é importantíssimo.
Continua a acompanhar o que acontece no Fluminense? Mantém contato com amigos nas Laranjeiras?
Ainda acompanho bastante as notícias. Mantenho contato com alguns jogadores, como Julio Cesar, e alguns funcionários, como o Manoel, da rouparia. Com o Sheik também, mas agora ele saiu. Quando deixei o Fluminense, foi de cabeça erguida. Todos sabem da minha capacidade lá. Torço pelo sucesso do clube.
A cobrança da torcida nos goleiros continua grande mesmo após a sua saída...
No Fluminense, a culpa cai muito em cima dos goleiros. Se a responsabilidade fosse dividida, não ficaria pesado para ninguém. Lá é complicado mesmo. Tem que ter personalidade. Eu, por mais que falem, fiz 264 jogos. Mostrei meu valor. Nos últimos títulos mais importante, eu estava presente.
fernando henrique ceará (Foto: Fred Huber/Globoesporte.com)
Fernando Henrique se tornou rapidamente ídolo da torcida do Ceará (Foto: Fred Huber/Globoesporte.com)


Fernando Henrique Ceará (Foto: Ag. Estado)
Fernando Henrique foi eleito o melhor goleiro do Campeonato Cearense (Foto: Ag. Estado)

Fonte:




sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ídolo do Vasco, Edmundo retorna ao clube, mas para o futebol de areia


Grande ídolo da história do Vasco, Edmundo, atualmente comentarista da Rede Bandeirantes, está de volta a São Januário. O ex-atacante vai reforçar o time cruzmaltino na 1ª Copa Brasil de Futebol de Areia, em Manaus, no fim deste mês.
“É a nossa grande contratação. O Edmundo vai participar com a gente da Copa do Brasil. O nosso objetivo é tornar o futebol de areia popular e vamos explorar a imagem do Edmundo, que é vascaíno e está muito empolgado com tudo isso”, disse o coordenador de futebol de areia Júnior Negão, à TV Vasco.
Pedro Ponzoni/UOL EsporteNeste domingo, às 9h30, ainda sem Edmundo, o Vasco, campeão Mundialito de Futebol de Areia de Clubes, vai enfrentar o Búzios. O jogo acontece na Praia do Leme (em frente ao antigo hotel Le Meridien).
Estão confirmados o capitão Jorginho, Bruno Xavier, Rafinha e o atacante uruguaio Pampero, eleito o melhor jogador do Mundialito.

Outra novidade para o Vasco

Além de Edmundo, o clube contratou também o japonês Tabata. Ele participará do amistoso contra o Búzios e vai seguir no grupo para a disputa da Copa do Brasil. Além do Mundialito, o Vasco também conquistou o título do Torneio Rio-São Paulo.
Contratado pelo Vasco, Edmundo será uma grande atração na 1ª Copa do Brasil de Futebol de Areia
Contratado pelo Vasco, Edmundo será uma grande atração na 1ª Copa do Brasil de Futebol de Areia
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domingo, 1 de maio de 2011

Médico do São Paulo deixa no ar chance de Fabuloso jogar na quarta

Eliminado do Campeonato Paulista, o São Paulo agora direciona seu foco somente para a Copa do Brasil. Na quarta-feira, a equipe fará o primeiro jogo das quartas de final contra o Avaí, no estádio do Morumbi. E o grande dilema será: Luis Fabiano estará ou não em campo?
Na saída do vestiário, no último sábado, o médico José Sanchez conversou com os jornalistas e deixou no ar a possibilidade de o Fabuloso estar em campo.




- Na sexta e hoje (sábado) foram os dias em que o Luis Fabiano mais se sentiu à vontade. Ele deixou o gramado muito feliz. Mas não dá para criar nenhuma expectativa. Do ponto de vista do departamento médico, estamos trabalhando com a intenção de liberá-lo. Porém, é claro que outros fatores também serão determinantes. Ele pode estar liberado pelos médicos, mas de repente os preparadores físicos acham que ele está muito abaixo. Ou o Carpegiani pode achar que não é o momento. Enfim, temos que aguardar – avisou o médico.
Carpegiani disse que os próximos dias serão determinantes. E deixou claro que o resultado contra o Santos não apressará de nenhuma maneira a estreia do camisa 9.
Médico deixa no ar chance de Luis Fabiano enfrentar o Avaí na quarta  (Agência Estado)- Ainda temos domingo, segunda e terça até a hora da partida. A derrota para o Santos não apressará ou retardará a entrada do Luis. É preciso ter calma nessa questão. É claro que eu gostaria de contar com ele, até mais porque estamos em um momento que não podemos contar com alguns jogadores. Temos de agir com cautela e tomar a melhor decisão – ressaltou o treinador.
Se Luis Fabiano tem chance, o zagueiro Rhodolfo e o meia Lucas estão vetados para a partida de quarta-feira.
- O Rhodolfo teve uma contratura muscular e, pela experiência que temos, uma lesão como essa leva de cinco dias a uma semana para cicatrizar. O que vai determinar a sua volta é a diminuição do quadro de dor. Já o Lucas completará a segunda semana de recuperação no próximo domingo (8) e tem boas chances de estar em campo na partida de volta contra o Avaí, em Florianópolis – explicou o médico são-paulino.
Luis Fabiano treino São Paulo (Foto: Ag. Estado)
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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Coritiba bate Caxias e atinge recorde nacional de vitórias seguidas


O Coritiba versão 2011 é o time com mais vitórias consecutivas na história do futebol brasileiro. Mesmo sem repetir suas melhores atuações da temporada, o Coxa bateu o Caxias por 1 a 0, no Estádio Centenário, em Caxias do Sul, alcançando o recorde de 22 triunfos seguidos, superando assim o Palmeiras de 1996, com quem dividia a honraria.
Com a magra vitória em terras gaúchas, o Coritiba manteve ainda os 100% de aproveitamento na atual edição da Copa do Brasil, além de confirmar a classificação par as quartas-de-final. O próximo adversário dos paranaenses na competição será o próprio Palmeiras, e o primeiro jogo está marcado para o Couto Pereira, na próxima quinta-feira, às 19h30m.
Antes disso, um time misto do Coxa, que perdeu o atacante Marcos Aurélio por pelo menos 45 dias, tentará manter a invencibilidade na despedida do Campeonato Paranaense, domingo, às 16h, diante do Cianorte, também no Couto Pereira. O jogo marcará a festa pelo bicampeonato estadual, conquistado por antecipação na vitória sobre o Atlético-PR, no último domingo. Já o Caxias só volta a campo para a disputa da Série C do Brasileirão, que começa em 16 de julho.
Em desvantagem, Caxias parte para o ataque
Com apenas um marcador no meio-campo, o Caxias partiu para o abafa, mas sem levar maior perigo à meta defendida por Edson Bastos. Ao Coritiba, cabia responder nos contra-ataques e nas cobranças de falta alçadas à área. E foi em uma delas que os visitantes quase ampliaram a já folgada vantagem obtida com a goleada por 4 a 0 no jogo de ida. Léo Gago lançou da intermediária e Leonardo desviou de cabeça, de costas para o gol, exigindo boa defesa de Mateus, em bola que entraria no ângulo esquerdo do goleiro, aos 14 minutos.
Três minutos depois, Everton bateu fraco, de fora da área, e Edson Bastos encaixou com tranquilidade. No lance seguinte, Leonardo deu o troco da mesma maneira, a bola quicou no gramado e quase surpreendeu Mateus, que defendeu em dois tempos.
Aos 21 minutos, em jogada ensaiada na cobrança de escanteio, Cleiton surgiu por trás da zaga para cabecear forte, rente ao travessão. Seis minutos depois, Everton invadiu a área e tocou na saída de Edson Bastos, mas a arbitragem assinalou impedimento. Aos 29, Leonardo cabeceou em cima da zaga e perdeu outra boa chance de abrir o marcador para o Coxa.
Aos 45 minutos, o Caxias quase marcou em um lance incrível. Gerley bateu cruzado, da esquerda, para dentro da área e a bola passou por vários jogadores das duas equipes, saindo pela linha de fundo, rente à trave do lado oposto. Nos acréscimos, Anderson Aquino ainda desperdiçou um lance na pequena área, dominando e batendo por cima, pressionado pela marcação. Foram os dois lances mais perigosos da etapa inicial, em que o Caxias ainda reclamou de dois pênaltis não marcados pela arbitragem.
Jogo arrastado e recorde nacional
Mal o jogo recomeçou, O Coritiba chegou novamente com perigo. Jonas cruzou para Leonardo, que bateu fraco para o gol, desequilibrado pela chegada do marcador. Aos sete, Pedro Henrique bateu de longe, rente à trave esquerda de Edson Bastos. A resposta veio com Léo Gago arriscando de fora da área, para boa defesa de Mateus, que evitou o primeiro gol do volante na temporada.
Leonardo perdeu um gol certo aos 13 minutos. Sozinho na área, o atacante demorou a concluir e chutou em cima do goleiro, que fechou bem o ângulo. Tendo uma missão praticamente impossível pela frente, o Caxias se desanimou e alguns atletas demonstraram cansaço. O Coxa também cadenciou o ritmo e com isso as chances rarearam.
Em uma delas, Rafinha bateu falta na medida para Emerson desviar para as redes, de cabeça, abrindo o marcador aos 27 minutos. Depois disso, a arbitragem ignorou pênalti em cima de Jonas e assinalou impedimento inexistente no lance em que Lima marcou o que seria o gol de empate dos gaúchos. No fim, até o goleiro Mateus foi para o ataque em busca do gol, mas em vão.
CAXIAS-RS 0 X 1 CORITIBA
Mateus; Patrício (Felipe), Edson Rocha, Neto e Gerley (Edu Silva); Itaqui, Dê, Pedro Henrique e Balthazar (Waldison); Lima e Everton.Edson Bastos; Jonas, Cleiton, Emerson e Lucas Mendes; Leandro Donizete, Léo Gago, Rafinha (Willian) e Davi (Everton Ribeiro); Anderson Aquino (Geraldo) e Leonardo.
Técnico: Guilherme Macuglia.Técnico: Marcelo Oliveira.
Gols: Emerson, aos 27 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Patrício, Lima e Itaqui (Caxias); Rafinha e Léo Gago (Coritiba).
Data: 28/04/2011. LocalEstádio Centenário, em Caxias do Sul.
Árbitro: Jefferson Schmidt (SC), auxiliado por Juliano Fernandes e Helton Nunes (SC).
Público e renda: Não divulgados.

Emerson gol Coritiba (Foto: Ag. Estado)
Emerson comemora gol do Coritiba (Foto: Ag.Estado)







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