Mostrando postagens com marcador Palocci. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Palocci. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de junho de 2011

Gleisi se diz 'orgulhosa' com convite para ocupar a Casa Civil


No primeiro pronunciamento após ter sido escolhida pela presidente Dilma Rousseff para chefiar a Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou nesta terça (7) que está "orgulhosa" com o convite que recebeu para substituir Antonio Palocci na pasta.
"Quero agredecer a ela, que acreditou na minha capacidade de trabalho", afirmou.
A nova ministra da Casa Civil fará um pronunciamento no Senado nesta quarta-feira, às 14h30, e depois participará da cerimônia de posse 16h30 no Palácio do Planalto. Com a saída de Gleisi, deverá assumir a vaga no Senado o primeiro suplente Sergio de Souza, do PMDB.
"O compromisso com a presidenta que eu  tenho é um compromisso com o meu país. Sei da minha responsabilidade nesse processo. Aceitei esse convite sabendo do tamanho da responsabilidade", disse a senadora durante entrevista coletiva na sala da liderança do PT no Senado.
Gleisi lamentou a saída de Palocci da Casa Civil. “Quero fazer aqui referência ao ministro Palocci, porque para nós é momento triste. É uma pena perder o ministro Palocci neste governo pelas qualidades que ele tem”, disse a nova ministra.
Segundo a senadora do PT, a presidente Dilma quer o funcionamento da Casa Civil na área de gestão e no acompanhamento de projetos do governo.
“Ela disse que meu perfil é um perfil que se adequa ao que ela pretende agora na Casa Civil, que é o acompanhamento dos projetos do governo. Portanto, é uma ação de gestão. A presidenta quer uma gestão mais técnica na Casa Civil”, afirmou Gleisi durante a entrevista.
Acompanhada por integrantes da bancada do PT no Senado, a nova ministra agradeceu o apoio dos colegas de partido e negou que haja uma “maldição” na Casa Civil, que faça com que boa parte dos ministros que por lá passaram sejam demitidos do cargo. “Não há maldição na Casa Civil. Temos um projeto extraordinário de mudança deste país com o qual estou comprometida”, declarou.

Trajetória
A senadora petista é casada há 15 anos com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, tem dois filhos e fará 46 anos no dia 6 de setembro.
Gleisi Hoffmann foi a primeira mulher eleita para o Senado pelo Paraná. Ela já foi diretora financeira da Hidrelétrica Binacional de Itaipu e trabalhou com Dilma na equipe que fez a transição do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2002 e 2003.
No PT, a senadora faz parte da mesma corrente partidária do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Construindo um Novo Brasil, antigo Campo Majoritário.
A senadora Gleisi Hoffmann em entrevista ao lado do senador Humberto Costa (PE), líder do PT no Senado (Foto: Reprodução / Globo News)
Após ter sido anunciada ministra, senadora Gleisi Hoffmann dá entrevista ao lado de Humberto Costa (PE), líder do PT no Senado (Foto: Reprodução / Globo News)
Fonte:
G1


sábado, 4 de junho de 2011

Revista diz que imóvel alugado por Palocci está em nome de 'laranja'

Reportagem da revista “Veja” publicada na edição deste final de semana afirma que o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, aluga um apartamento em São Paulo que está registrado em nome de uma empresa cujo principal sócio seria um "laranja". Segundo a revista, ele é um ex-funcionário da Prefeitura de Mauá que atualmente vive na periferia da cidade e que chegou a declarar não ter bens em seu nome.

Na manhã deste sábado (4), a Casa Civil da Presidência divulgou nota afirmando que o ministro “não pode ser responsabilizado por atos ou antecedentes do seu locador” e informando que os contratos foram intermediados por uma imobiliária (veja a integra da nota no final deste texto).

Nesta sexta (3), Palocci concedeu entrevista à TV Globo para justificar a evolução do patrimônio pessoal, que, segundo reportagem do último dia 15 do jornal "Folha de S.Paulo", aumentou 20 vezes entre 2006 e 2010.



O texto de "Veja" afirma que o imóvel de 650 metros quadrados localizado em Moema, perto do Parque do Ibirapuera, está avaliado em R$ 4 milhões, e o aluguel médio no prédio é de R$ 15 mil. Segundo a revista, no 14º Ofício de Registro de Imóveis de São Paulo, o apartamento pertence à empresa Lion Franquia e Participações Ltda, registrada em nome de dois sócios.

De acordo com a publicação, o ex-funcionário da Prefeitura de Mauá Dayvini Costa Nunes aparece com 99,5% das cotas da empresa. A revista afirma ter conversado em duas oportunidades com Nunes, que tem 23 anos e é representante comercial. Na primeira, ele teria dito que nunca teve “bem algum” e desconhecia que seu nome constasse da relação de sócios da empresa. Em um segundo contato, teria admitido ter mentido na primeira entrevista e afirmou, segundo a reportagem de “Veja” que aceitou participar da empresa Lion para ajudar parentes.

Além disso, a reportagem afirma que a empresa Lion usou endereço falso em todas suas operações nos últimos três anos. A revista aponta que um tio de Nunes seria o primeiro proprietário do imóvel e que esse parente responderia a 35 processos por fraudes de documentos, adulteração de combustível e sonegação fiscal.

Em nota, a Casa Civil informou que o aluguel do imóvel foi realizado em setembro de 2007 por indicação de uma imobiliária. Na época, de acordo com a Casa Civil, o contrato foi assinado entre Palocci, uma administradora de bens e os proprietários, que segundo a revista, são tios de Nunes. A Casa Civil informou que o ministro paga aluguel regularmente e que tem os comprovantes.

Veja abaixo a integra da nota da Casa Civil

"Esclarecimentos em relação a reportagem publicada pela revista Veja:

1. O imóvel em que vive a família do ministro Antonio Palocci Filho em São Paulo foi alugado em 1º de setembro de 2007 por indicação da imobiliária Plaza Brasil, contatada para este fim.

2. O contrato foi firmado em bases regulares de mercado entre Antonio Palocci Filho e os proprietários Gesmo Siqueira dos Santos, sua mulher, Elisabeth Costa Garcia, e a Morumbi Administradora de Imóveis.

3. O contrato foi renovado em 1º de fevereiro de 2010 entre Antonio Palocci Filho e a Morumbi Administradoras de Bens, sucessora da Morumbi Administradora de Imóveis.

4. Os alugueis são pagos regularmente através de depósitos bancários, dos quais o ministro dispõe de todos os comprovantes.

5. O ministro e sua família nunca tiveram contato com os proprietários, tendo sempre tratado as questões relativas ao imóvel com a imobiliária responsável indicada pelos proprietários.

6. O ministro, assim como qualquer outro locatário, não pode ser responsabilizado por atos ou antecedentes do seu locador.

7. A revista não informou o teor da reportagem ao ministro ou a sua assessoria, motivo pela qual estes esclarecimentos não constam da reportagem."



Fonte:
G1


Palocci deixou claro que problema é pessoal, diz líder do governo

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), considerou “suficientes” as explicações dadas pelo ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, nesta sexta-feira (3), duranteentrevista à TV Globo. Para o petista, Palocci deixou claro que as denúncias envolvendo seu patrimônio são um problema pessoal. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", Palocci aumentou seu patrimônio em 20 vezes entre 2006 e 2010, quando ele era deputado federal, eleito pelo PT de São Paulo.



“Do meu ponto de vista, o que o Palocci falou é suficiente porque ele deixou claro que é um problema dele, da empresa dele e não do governo. Isso aconteceu no ano passado quando ele não era governo, mas aos órgãos de fiscalização e controle ele vai dar as informações como ele deu para CGU e comissão de ética. Nós temos que aguardar o posicionamento destes órgãos”, disse Vaccarezza durante a cerimônia de filiação do deputado federal Gabriel Chalita ao PMDB, em São Paulo.
Vaccarezza negou que o governo esteja em crise por conta do caso Palocci e evitou comentar sobre uma eventual licença do ministro da Casa Civil.
“Isso não é uma questão que líderes de governo têm que opinar, cabe a presidente (..) “Somente quem pode falar sobre esse assunto é a presidente Dilma. O que posso dizer é que ele, sendo ministro, terá o meu total apoio”, disse”, declarou Vaccarezza.

Temer

Neste sábado, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), elogiou a entrevistaconcedida por Palocci.Classificando de “convincentes” os argumentos de Palocci, Temer afirmou que o ministro foi “leal” aos clientes de sua empresa, a Projeto, ao não divulgar a lista de contratantes.
“Achei muito satisfatória [a entrevista]. Acho que ele veio a público dizer o que tinha a dizer. Acho que foi muito convincente e com muita lealdade profissional em relação aos seus clientes, aqueles a quem ele serviu”, afirmou Temer.
Entrevista
Em entrevista à TV Globo nesta sexta-feira, a primeira manifestação pública desde que reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" informou que ele teve o patrimônio pessoal aumentado em 20 vezes entre 2006 e 2010, Palocci disse que naõ fez tráfico de influência. No período, o atual ministro exerceu mandato de deputado federal e coordenou a campanha presidencial de Dilma Rousseff.
Depois da entrevista, Palocci falou ao jornal “Folha de S.Paulo”neste sábado sobre sua evolução patrimonial e disse não ter revelado a presidente Dilma Rousseff os nomes dos clientes de sua empresa de consultoria, a Projeto. Para não “importunar” Dilma, Palocci também não contou a presidente sobre os rendimentos dos seus negócios nem a natureza dos serviços que havia prestado.
"Quando fui convidado pela presidente Dilma para assumir o cargo de ministro, comuniquei a ela que era sócio de uma consultoria e que teria que tomar providências a respeito. Antecipei que seguiria as normas e as determinações da Comissão de Ética Pública da Presidência. Não entrei em detalhes sobre nomes dos clientes ou serviços prestados para cada um deles", disse Palocci.
Questionado se teria informado o faturamento da empresa a presidente, Palocci afirmou que também não havia contado sobre os rendimentos para não “importunar” a presidente: “Não achei que era adequado importunar a presidente com esse tipo de informação, esse tipo de detalhe. O que eu disse a ela claramente era sobre a existência da empresa, o que a empresa fazia, o que eu teria de resolver antes de entrar no governo. Se a empresa continuasse funcionando, haveria conflito de interesses."
Fonte:
G1

sexta-feira, 27 de maio de 2011

MPF abre investigação sobre evolução patrimonial de Palocci


O Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF-DF) informou nesta sexta-feira (28) que investiga a evolução patrimonial do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e as atividades de sua empresa, a Projeto. O patrimônio de Palocci teria aumentado 20 vezes entre 2006 e 2010, período em foi deputado federal.
O G1 procurou a assessoria de Palocci e aguarda resposta. Em notas já divulgadas anteriormente, a assessoria nega irregularidade e informa que o crescimento do patrimônio consta da declaração de renda do ministro.
A investigação do MPF, aberta na última terça-feira (24), foi revelada por reportagem desta sexta do jornal “Folha de S.Paulo”.
De acordo com o MPF-DF, a apuração está numa etapa inicial que antecede a abertura de um inquérito civil. O procurador responsável pelo caso, Paulo José Rocha, pediu à Receita Federal cópias das declarações de imposto de renda da empresa Projeto desde de sua fundação -clique aqui para ver o documento do MPF sobre a investigação.
O MPF-DF também solicitou à empresa de Palocci que envie cópias dos contratos e comprovantes dos serviços de consultoria prestados. Segundo a assessoria do MPF-DF, o procurador garantiu que não vai divulgar o conteúdo desses contratos, até porque muitos deles possuem cláusulas de confidencialidade.
O objetivo da investigação é verificar se os serviços que a Projeto prestou são compatíveis com os ganhos da empresa e apurar se houve algum recebimento de vantagem pelo cargo ou ligação de Palocci com o governo.
A investigação é feita por um procurador do MPF no Distrito Federal porque ministros e parlamentares tem foro privilegiado apenas na vara criminal. Em âmbito criminal, Palocci pode ser investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O procurador-geral, Roberto Gurgel, deu  prazo de 15 dias para que o ministro se manifeste sobre sua evolução patrimonial. O prazo termina na próxima sexta-feira (3).
Ao final da investigação, de acordo com a legislação citada pelo MPF, Palocci pode ser acusado de improbidade administrativa por enriquecimento ilícito devido a vantagem patrimonial indevida em razão do cargo, mandato, função e emprego em entidades públicas.
Encontro com o PT
Nesta quinta-feira (26), Palocci almoçou com a presidente Dilma Rousseff e senadores do PT no Palácio da Alvorada. No encontro, ele pediu a palavra para falar da crise envolvendo sua evolução patrimonial, segundo relato de quatro senadores petistas.
Durante cerca de 15 minutos, de acordo com os senadores, Palocci disse que “era bem pago, sim” pelos serviços de consultoria e garantiu estar “tranquilo” quanto à legalidade de suas atividades na empresa Projeto.
Antes do encontro com os senadores, Dilma falou pela primeira vez sobre o caso envolvendo o ministro da Casa Civil. "Quero assegurar a vocês que o ministro Palocci está dando todas as explicações necessárias aos órgãos de controle. Inclusive para o Ministério Público, que serão dadas nos póximos dias."
Arte denúncias Palocci 27/05 9h50 (Foto: Editoria de Arte / G1)
Fonte:
G1


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dilma Rousseff manda suspender kit anti-homofobia, diz ministro

Após protestos das bancadas religiosas no Congressso, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira (25) a suspensão do "kit anti-homofobia", que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação para distribuição nas escolas, informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.



"O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. A presidente decidiu, portanto, a suspensão desse material, assim como de um vídeo que foi produzido por uma ONG - não foi produzido pelo MEC - a partir de uma emenda parlamentar enviada ao MEC", disse o ministro, após reunião com as bancadas evangélica, católica e da família.
Segundo ele, a presidente decidiu ainda que todo material que versar sobre "costumes" terá de passar pelo crivo da coordenação-geral da Presidência e por um amplo debate com a sociedade civil. "O governo se comprometeu daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade", afirmou.
Segundo o ministro, a determinação do governo não é um "recuo" na política de educacional contrária à homofobia
"Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia", disse.
De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir nesta semana com os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar do material didático.
"A presidenta vai fazer um diálogo com os ministros para que a gente tome todos os devidos cuidados. Em qualquer área do governo estamos demandando que qualquer material editado passe por um crivo de debate e de discussão e da coordenação da Presidência."
Retaliação suspensa
Diante da decisão de Dilma, o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR-RJ), que participou da reunião com Carvalho, afirmou que estão suspensas as medidas anunciadas pelas bancadas religiosas em protesto contra o "kit anti-homofobia".
Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.
O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o "kit anti-homofobia".
"Isso é uma posição deles. Nós falamos para eles que, em função desse diálogo, que eles tomassem as atitudes que eles achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que eles estavam falando. Não tem toma lá da cá, não", afirmou.
Os deputados também ameaçaram obstruir a pauta da Câmara e abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a contratação pelo MEC da ONG que elaborou a cartilha.
“Ele [Gilberto Carvalho] disse que tem a palavra da presidente da República de que nada do que está no material é de consentimento dela. E nós suspendemos a obstrução e todas as nossas medidas”, afirmou Garotinho.
Conteúdo 'virulento'
Para o líder do PR na Câmara, deputado Lincoln Portela (MG) o conteúdo do material didático é “virulento”.
“A preocupação das pessoas que estão envolvidas nesse cenário é a didática do material colocado. Achamos que a didática é muito agressiva. Temos que tomar cuidado para que a dosagem do remédio não seja mais forte do que aquilo que o paciente quer e necessita”, afirmou.
O kit que estava sendo analisado pelo MEC faz parte do programa Escola Sem Homofobia, do Governo Federal, e contém material didático-pedagógico direcionado aos professores. O objetivo era dar subsídios para que eles abordem temas relacionados à homossexualidade com alunos do ensino médio.
Fonte:
G1

EM QUAL PAÍS VOCÊ MORA?

Você costuma apostar o seu dinheiro em loterias?

Você se considera uma pessoa sem preconceitos contra gays?