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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Polícia do Pará procura suspeita de esquartejar namorado em motel

Mulher é suspeita de esquartejar corpo de namorado em quarto de motel (Foto: Reprodução/TV Liberal)
Mulher é suspeita de esquartejar
corpo de namorado em quarto de
motel (Foto: Reprodução/TV Liberal)

A Polícia Civil do Pará procura uma mulher considerada a principal suspeita de ter esquartejado o namorado em um quarto de motel em Ananindeua (PA), no domingo (10). A vítima é o vigilante Joelson Ramos de Souza, de 32 anos, que teve a cabeça e os dedos das mãos cortados para dificultar a identificação.
Dois taxistas, que teriam transportado a suspeita e um outro homem, prestaram depoimento à polícia e ajudaram a fazer um retrato falado da mulher. Nas declarações, os motoristas teriam dito que viram a mulher carregando uma bolsa, mas sem saber o que tinha dentro.
Vigilante teve o corpo esquertejado pela namorada em quarto de motel (Foto: Reprodução/TV Liberal)
Vigilante teve o corpo esquartejado
pela namorada em quarto de motel
(Foto: Reprodução/TV Liberal)

Uma equipe do Centro de Perícias Técnicas Renato Chaves esteve em um quarto onde morava a suspeita, mas o imóvel estava desocupado. Segundo vizinhos, a mulher não foi vista no local nesta semana. Ela morou no quarto durante cerca de quatro meses.
Segundo os peritos, o corpo da vítima foi encontrado com várias perfurações nas costas e no peito. A perna direita e o braço direito foram colocados em um saco plástico. Os membros do outro lado foram colocados em um outro saco.
Os investigadores encontraram uma camisa suja de sangue. As impressões digitais encontradas no local do crime serão comparadas com as impressões encontradas no quarto onde morou a mulher suspeita do esquartejamento do vigilante.
Namorada teria esquartejado vigia em motel (globo.com)
Fonte:
G1

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ibama concede licença de instalação para início das obras de Belo Monte


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou nesta quarta-feira (1º) que concedeu a licença de instalação para o início das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.
Com a licença de instalação, a obra da usina pode começar. Antes, o Ibama já havia concedido a licença parcial de instalação, para o início do canteiro de obras.
Segundo o Ibama, o licenciamento foi marcardo por "robusta análise técnica e resultou na incorporação de ganhos socioambientais. Entre eles, a garantia de vazões na Volta Grande do Xingu suficientes para a manutenção dos ecossistemas e dos modos de vida das populações ribeirinhas".
A possibilidade de seca na Volta Grande do Rio era uma das principais críticas da comunidade indígena local, biólogos e ambientalistas.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, havia afirmado na semana passada que a licença deveria ser publicada a qualquer momento e criticou organizações que se colocam contra o projeto do governo federal. “Deveríamos ter orgulho na nossa matriz energética limpa, mas o Congresso Nacional passou a ouvir aqueles que são contra a usina”, disse Lobão na ocasião.
De acordo com nota divulgada pelo Ibama nesta quarta, a licença de instalação prevê que seja construído apenas um canal de derivação, o que reduz o volume de terra que precisará ser escavada na região, reduzindo o impacto ambiental da obra. O Ibama afirma também que houve ganho com "implementação de ações em saúde, educação, saneamento e segurança pública firmadas em Termos de Compromisso entre a Nesa (o consórcio Norte Energia), prefeituras e governo do Estado do Pará."
Conforme o Ibama, o consórcio Norte Energia terá de investir cerca de R$ 100 milhões em unidades de conservação na bacia do rio Xingu para compensação ambiental.
No começo de março tiveram início as obras de acesso ao local onde será construída a usina pela Norte Energia, consórcio de empresas que reúne estatais e construtoras. Quando a licença parcial para o canteiro foi concedida, o Ministério Público Federal no Pará chegou a conseguir uma liminar para suspender a licença, mas a Advocacia Geral da União (AGU) conseguiu reverter a decisão.
O Ibama diz ainda que "manterá uma equipe técnica exclusiva para acompanhar a instalação de Belo Monte e avaliar o cumprimento das condicionantes". As condicionantes foram 40 ações e medidas que teriam que ser tomadas para redução dos impactos socioambientais. Foram as condições do Ibama para concessão da licença prévia, que possibilitou o leilão da usina.
O instituto também afirmou que a Fundação Nacional do Índio (Funai) acompanhou os programas no que se refere à população indígena antes de o Ibama conceder a licença de instalação.
Após a conclusão da obra, o Ibama ainda precisará conceder a licença de operação para que a usina passe, definitivamente, a produzir energia.
Obra polêmica
A hidrelétrica de Belo Monte é uma das maiores obras de infraestrutura previstas pelo governo federal e também um dos projetos que enfrenta maior resistência.
Enquanto o governo diz que a obra é necessária para garantir o abastecimento de energia elétrica nos próximos anos para o país, moradores locais, entidades e especialistas destacam que os riscos ambientais e sociais podem ser mais prejudiciais do que os benefícios econômicos da obra.
A hidrelétrica ocupará parte da área de cinco municípios do Pará: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Altamira é a mais desenvolvida e tem a maior população dentre essas cidades, com 98 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os demais municípios têm entre 10 mil e 20 mil habitantes.
A região discute há mais de 30 anos a instalação da hidrelétrica no Rio Xingu, mas teve a certeza de que o início da obra se aproximava após a concessão em fevereiro do ano passado, pelo Ibama, da licença ambiental com as 40 condicionantes.
Belo Monte será a segunda maior usina do Brasil, atrás apenas da binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões, segundo o governo federal - há especulações de que a obra custe até R$ 30 bilhões. A usina está prevista para começar a operar em 2015.
Apesar de ter capacidade para gerar 11,2 mil MW de energia, Belo Monte não deve operar com essa potência. Segundo o governo, a potência máxima só pode ser obtida em tempo de cheia. Na seca, a geração pode ficar abaixo de mil MW. A energia média assegurada é de 4,5 mil MW. Para críticos da obra, o custo-benefício não compensa.
Rio Xingu, no Pará, vai abrigar hidrelétrica de Belo Monte, prevista para ser a segunda maior do país em capacidade. (Foto: Mariana Oliveira / G1)
Imagem do rio Xingu, no Pará, de fevereiro de 2010; rio vai abrigar hidrelétrica de Belo Monte, prevista para ser a segunda maior do país em capacidade (Foto: Mariana Oliveira / G1)
Fonte:

Economia

sábado, 7 de maio de 2011

Se dividido, Pará perderia a Vale para novo Estado


Se fosse criado, o Estado de Carajás herdaria as maiores reservas minerais e os principais empreendimentos da Vale instalados na região, informa reportagem de Felipe Luchete e Pedro Fonseca na Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Anteontem, a Câmara dos Deputados aprovou a realização de plebiscitos nos quais a população do Pará votará pela possível criação dos Estados de Carajás, no sul e sudeste paraense, e de Tapajós, a oeste.


Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/912598-se-dividido-para-perderia-a-vale-para-novo-estado.shtml

EM QUAL PAÍS VOCÊ MORA?

Você costuma apostar o seu dinheiro em loterias?

Você se considera uma pessoa sem preconceitos contra gays?