segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Público começa a chegar para o concurso Miss Universo 2011


Arquivista torce pela Miss Brasil, mas acha que ela não vencerá concurso (Foto: Nathália Duarte/G1)
Arquivista torce pela Miss
 Brasil, mas acha que ela
 não vencerá concurso
(Foto: Nathália Duarte/G1)
O público que acompanhará o concurso Miss Universo 2011 na noite desta segunda-feira (12) começou a chegar para torcer por suas favoritas. Por volta das 19h, o arquivista Vinícius Mitto Navarro, de 28 anos, aguardava pela chegada dos convidados no tapete vermelho do Credicard Hall, na Zona Sul de São Paulo.
Vinícius é conselheiro municipal de Cultura de Porto Alegre e afirma ter sido jurado no Miss Rio Grande do Sul 2010, concurso que elegeu a gaúcha Priscila Machado, representante do Brasil na noite desta segunda-feira (12).
Apesar de torcer por Priscila, Navarro não acredita que a bela de 25 anos vencerá a 60ª edição do concurso mundial de beleza. “Acho que ela estará entre as 10, mas não acredito que tenha chance de ganhar. Minha aposta é que uma latinoamericana saia vitoriosa hoje”, disse ao G1.
Ele conta que Priscila não era uma das favoritas no Rio Grande do Sul, mas ganhou pela maturidade, desenvoltura e preparo. “Ela sabe falar inglês e já tinha participado de outros concursos”, disse.




Venezuelanos irão torcer pela representante de seu país (Foto: Nathália Duarte/G1)
Venezuelanos irão torcer pela
representante de seu país (Foto:
Nathália Duarte/G1)

Os venezuelanos Freddy Molina, de 41 anos, e Joan Romero, de 42 anos, chegaram ao Brasil no início deste mês especialmente para acompanhar o Miss Universo 2011. É a primeira vez que eles assistem a um concurso internacional de beleza, depois de anos acompanhando apenas a seleção nacional de musas. “Para nós, o Miss Venezuela é como a Copa do Mundo aqui no Brasil. É uma paixão, uma religião. Torcemos pela Miss Venezuela e, em nosso país, uma miss é uma santa”, disse Molina.
Além da musa venezuelana, Vanessa Goncalves, as misses Costa Rica, Malásia e Nicarágua estão entre as favoritas de Molina e Romero.
Para torcer pela Miss Austrália, Nikki Silversthorne e seu pai também chegaram ao Brasil no começo do mês. “Trabalhei no design do traje típico da nossa representante e espero, realmente, que ela esteja entre as finalistas”, diz Nikki. O traje da australiana Scherri-lee Biggs, que usa cores da bandeira do país, remete ao oceano e ao deserto.
Nikki e o pai torcem (Foto: Nathália Duarte/G1)
Nikki e o pai estão em São Paulo
para torcer pela Miss Austrália
(Foto: Nathália Duarte/G1)
Do Rio de Janeiro, Rachel Costa veio para realizar um sonho. “Sempre assisti aos concursos pela TV e confesso que estou amando esse glamour”, disse. A amiga Nádia Nasser é de Manaus. “Não podia perder essa oportunidade. Torcemos pela brasileira mas, pelo que tenho ouvido, ela não está muito bem cotada”, afirmou. Integrantes da organização distribuíam, no início da noite, bandeiras do Brasil a quem passa pela bilheteria.
Concurso
A cerimônia tem início previsto para as 22h e terá como atrações musicais as cantoras Claudia Leitte e Bebel Gilberto. O júri é formado por Hélio Castroneves, piloto da Fórmula Indy; Isabeli Fontana, modelo internacional; a atriz Lea Salonga; a ex-Miss Universo Amelia Veja; Ítalo Zanzi, vice-secretário-geral da Concacaf; Connie Chung, jornalista; as atrizes Vivica Fox e Adrienne Maloof; e o empresário Farouk Shami. As atrações musicais da noite serão as cantoras Claudia Leitte e Bebel Gilberto.
A vencedora irá ganhar um ano de curso na New York Academy, um ano de despesas pagas como Miss Universo, um ano de acomodação de luxo em Nova York, viagens pelo mundo representando patrocinadores e ONGs e um ano de serviços de beleza e estética.
Fonte:
G1

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